Em meio a ameaças de CPI, promotor de Justiça desmente a existência do Fio Preto

A semana foi marcada pela repercussão de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado pela Energisa com o Ministério Público com o consequente pagamento de R$ 800 mil pela empresa e, depois, por dois pedidos de CPI anunciados na Câmara de João Pessoa e na Assembleia Legislativa da Paraíba para investigar uma suposta fraude, denominada como “do fio preto”. Em meio a tanta confusão, o Promotor de Justiça Glauberto Bezerra, desmentiu a versão de que a empresa tenha fraudado as contas de energia de seus clientes.
Ele explicou que, paralelamente à investigação sobre o “fio preto”, cuja prática foi totalmente descartada, foram encontradas irregularidades na falta de cortesia dos funcionários da Energisa durante o contato com os clientes, o que, segundo ele, causou dano coletivo e justificou a assinatura de um TAC em benefício do Fundo de Direito do Consumidor.
“Eu acho que efetivamente foi uma verdadeira confusão terminológica”, afirmou Glauberto, que explicou que, ao lerem o TAC, as pessoas não entenderam perfeitamente se confundiram sobre o que, na realidade, foi uma investigação de âmbito civil.
“O que nós identificamos foram algumas irregularidades como tratamento inadequado aos clientes, descumprindo a norma da Aneel, o que resultou no TAC em benefício do Fundo de Direito do Consumidor”, explicou.
O promotor também disse que “se tivesse efetivamente ocorrido o fio preto como conduta descrita, alguém estaria preso. Tenham certeza”.

Parlamentopb

0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *