Drª.
Mônica Regina Gomes Assistente Social, especializada
em Programa Saúde da Família-PSF, formada pela Universidade
Federal da Paraíba-UFPB, em Serviço Social, atuando
na prestação de serviço ao município de Jacaraú-PB.
Drª.
Jocélia Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga, formada pela Universidade federal da Paraíba,
no ano de 2001, tendo por especialização psicologia
clínica com abordagem Psicanalítica, e também especialista
em Psicologia hospitalar e em saúde da família.
A ansiedade trata-se de um sentimento
de tensão emocional desagradável, vago, acompanhado de sensações
físicas como vazio no estômago ou frio na espinha, opressão
no peito, palpitações, transpiração, dor de cabeça, ou falta
de ar, dentre várias outras sintomatologias. A ansiedade é
um sinal de alerta, que adverte sobre perigos iminentes e
capacita o indivíduo a tomar medidas para enfrentar ameaças.
A ansiedade prepara o indivíduo para lidar com situações potencialmente
danosas, ou qualquer ameaça a unidade ou integridade pessoal,
tanto física como moral. Desta forma, a ansiedade prepara
o organismo a tomar as medidas necessárias para impedir a
concretização desses possíveis prejuízos, ou pelo menos diminuir
suas conseqüências. Portanto a ansiedade é uma reação natural
e necessária para a auto-preservação. Não é um estado normal,
mas é uma reação normal, assim como a febre não é um estado
normal, mas uma reação normal a uma infecção. As reações de
ansiedade normais não precisam ser tratadas por serem naturais
e auto-limitadas. Os estados de ansiedade anormais, que constituem
síndromes de ansiedade são patológicas e requerem tratamento
específico. Os animais também experimentam ansiedade. Neles
a ansiedade prepara para fuga ou para a luta, pois estes são
os meios de se preservarem. A ansiedade é um acompanhamento
normal do crescimento, da mudança, de experiência de algo
novo e nunca tentado, e do encontro da nossa própria identidade
e do significado da vida. A ansiedade patológica, por outro
lado caracteriza-se pela excessiva intensidade e prolongada
duração proporcionalmente à situação precipitante. Ao invés
de contribuir com o enfrentamento do objeto de origem da ansiedade,
atrapalha, dificulta ou impossibilita a adaptação.
Jocélia Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga Clínica e Hospitalar(atuando em CRAS)
CRP13/3570
Hiperlexia
01/06/09
- 08:00
É o nome dado a habilidade de reconhecer letras e números
precocemente. Existe dificuldade na compreensão da fala, na
socialização e na atenção. Tal habilidade pode ser identificada
a partir dos dez meses de idade, quando o bebê já consegue
distinguir letras e números. O grau de concentração dos hiperléxicos
é excessivamente baixo, pois não conseguem fixar sua atenção
em uma só situação. Em alguns casos a criança não consegue
compreender o que está lendo, pois o conteúdo pode ser muito
complexo para seu entendimento, porém, em outros consegue
detectar o sentido daquilo que lê. É uma espécie de alimentação
para o cérebro que é cada vez mais atraído cada vez mais pelas
letras e números. É uma busca compulsiva pela leitura.
Algumas características ajudam aos
pais e professores identificarem a hiperlex
*uma precoce habilidade para ler, mais do que poderia ser
esperada para sua idade;
*o desenvolvimento de uma intensa fascinação por letras e
números;
*Uma significativa dificuldade para compreender a linguagem
falada;
*Dificuldades em habilidades sociais
Sua educação deve ser acompanhada
por um especialista em psiquiatria, pois o mesmo é necessário
para equilibrar as dificuldades que a criança encontrará na
escola, já que estará bem à frente das crianças de sua idade
e, no entanto, não terá capacidade para acompanhar crianças
maiores que conseguem ler e assimilar os números. É um importante
que a hiperlexia seja detectada o quanto antes, pois assim
evitará da criança ser rotulada como autista ou por déficit
de atenção.
Jocélia Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga clínica e hospitalar
Psicóloga CRAS/FAIF
CRP-13/3570
Serviço Social é
uma profissão e Assistência Social uma política pública. 03/05/09 - 08:00
O Serviço Social como profissão, em sete décadas de existência
no Brasil e no mundo, ampliou e vem ampliando o seu raio ocupacional
para todos os espaços onde a questão social explode nos campos
dos direitos, no universo da família, do trabalho e do não
trabalho, da saúde, da educação, dos idosos, da criança e
adolescente, de grupos étnicos que enfrentam a investidura
avassaladora do preconceito, da discriminação a indivíduos
homossexuais, entre outras formas de violação de direitos.
Os assistentes sociais, possuem e desenvolvem atribuições
localizadas no âmbito da elaboração, implementação e avaliação
de políticas públicas.Trata-se de uma profissão de nível superior,
que exige de seus profissionais formação técnica, ética e
política, orientando-se por uma Lei de Regulamentação Profissional
e um Código de ética. A assistência social, que possui interface
com todas as políticas públicas, envolve, em seus processos
tático-operativos, diversificadas entidades públicas e privadas,
muitas das quais sequer contam com assistentes sociais em
seus quadros, mas com profissionais de outras áreas ou redes
de apoio voluntárias nacionais e internacionais. Serviço Social,
portanto, não é assistência social, embora embarque, a identidade
da profissão não é estática.
Mônica Regina Gomes
Assistente Social
CRAS/PAIF
Jacaraú
Aspecto psicológico da velhice
03/05/09 - 07:30
O fenômeno da velhice
se caracteriza por mudanças e perdas gradativas das capacidades
físicas e psicológicas do ser humano.
A pessoa mais velha, na maioria das vezes, é definida como
idosa quando chega aos 60 anos, independentemente de seu estado
biológico, psicológico e social. Entretanto, o conceito de
idade é multidimensional e não é uma boa medida do desenvolvimento
humano. A idade e o processo de envelhecimento possuem outras
dimensões e significados que extrapolam as dimensões da idade
cronológica.
Idade psicológica pode ser usado em dois sentidos. Um se refere
à relação que existe entre a idade cronológica e às capacidades
psicológicas, tais como percepção, aprendizagem e memória,
as quais prenunciam o potencial de funcionamento do indivíduo.
Alguns autores definem a idade psicológica como as habilidades
adaptativas dos indivíduos para se adequarem às exigências
do meio. As pessoas se adaptam ao meio pelo uso de várias
características psicológicas, como aprendizagem, memória,
inteligência, controle emocional. Há adultos que possuem tais
características psicológicas com graus maiores que outros
e, por isso, são considerados "jovens psicologicamente",
e outros que possuem tais traços em graus menores e são considerados
"velhos psicologicamente".
A prática de esportes, o bem estar biopsicossocial, associado
à vida em grupo e boa qualidade de vida, incluindo boa alimentação
e cuidados essenciais, são fatores fundamentais para uma vida
saudável e melhor adaptação as mudanças que a velhice acarreta.
Jocélia Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga do CRAS de Jacaraú
CRP13/3570