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Drª. Mônica Regina Gomes
Assistente Social, especializada em Programa Saúde da Família-PSF, formada pela Universidade Federal da Paraíba-UFPB, em Serviço Social, atuando na prestação de serviço ao município de Jacaraú-PB.


Drª. Jocélia Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga, formada pela Universidade federal da Paraíba, no ano de 2001, tendo por especialização psicologia clínica com abordagem Psicanalítica, e também especialista em Psicologia hospitalar e em saúde da família.

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Ansiedade

06/07/09 -09:30

A ansiedade trata-se de um sentimento de tensão emocional desagradável, vago, acompanhado de sensações físicas como vazio no estômago ou frio na espinha, opressão no peito, palpitações, transpiração, dor de cabeça, ou falta de ar, dentre várias outras sintomatologias. A ansiedade é um sinal de alerta, que adverte sobre perigos iminentes e capacita o indivíduo a tomar medidas para enfrentar ameaças.
A ansiedade prepara o indivíduo para lidar com situações potencialmente danosas, ou qualquer ameaça a unidade ou integridade pessoal, tanto física como moral. Desta forma, a ansiedade prepara o organismo a tomar as medidas necessárias para impedir a concretização desses possíveis prejuízos, ou pelo menos diminuir suas conseqüências. Portanto a ansiedade é uma reação natural e necessária para a auto-preservação. Não é um estado normal, mas é uma reação normal, assim como a febre não é um estado normal, mas uma reação normal a uma infecção. As reações de ansiedade normais não precisam ser tratadas por serem naturais e auto-limitadas. Os estados de ansiedade anormais, que constituem síndromes de ansiedade são patológicas e requerem tratamento específico. Os animais também experimentam ansiedade. Neles a ansiedade prepara para fuga ou para a luta, pois estes são os meios de se preservarem. A ansiedade é um acompanhamento normal do crescimento, da mudança, de experiência de algo novo e nunca tentado, e do encontro da nossa própria identidade e do significado da vida. A ansiedade patológica, por outro lado caracteriza-se pela excessiva intensidade e prolongada duração proporcionalmente à situação precipitante. Ao invés de contribuir com o enfrentamento do objeto de origem da ansiedade, atrapalha, dificulta ou impossibilita a adaptação.


Jocélia Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga Clínica e Hospitalar(atuando em CRAS)
CRP13/3570

Hiperlexia

01/06/09 - 08:00

É o nome dado a habilidade de reconhecer letras e números precocemente. Existe dificuldade na compreensão da fala, na socialização e na atenção. Tal habilidade pode ser identificada a partir dos dez meses de idade, quando o bebê já consegue distinguir letras e números. O grau de concentração dos hiperléxicos é excessivamente baixo, pois não conseguem fixar sua atenção em uma só situação. Em alguns casos a criança não consegue compreender o que está lendo, pois o conteúdo pode ser muito complexo para seu entendimento, porém, em outros consegue detectar o sentido daquilo que lê. É uma espécie de alimentação para o cérebro que é cada vez mais atraído cada vez mais pelas letras e números. É uma busca compulsiva pela leitura.

Algumas características ajudam aos pais e professores identificarem a hiperlex
*uma precoce habilidade para ler, mais do que poderia ser esperada para sua idade;
*o desenvolvimento de uma intensa fascinação por letras e números;
*Uma significativa dificuldade para compreender a linguagem falada;
*Dificuldades em habilidades sociais

Sua educação deve ser acompanhada por um especialista em psiquiatria, pois o mesmo é necessário para equilibrar as dificuldades que a criança encontrará na escola, já que estará bem à frente das crianças de sua idade e, no entanto, não terá capacidade para acompanhar crianças maiores que conseguem ler e assimilar os números. É um importante que a hiperlexia seja detectada o quanto antes, pois assim evitará da criança ser rotulada como autista ou por déficit de atenção.

Jocélia Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga clínica e hospitalar
Psicóloga CRAS/FAIF
CRP-13/3570

Serviço Social é uma profissão e Assistência Social uma política pública.

03/05/09 - 08:00

O Serviço Social como profissão, em sete décadas de existência no Brasil e no mundo, ampliou e vem ampliando o seu raio ocupacional para todos os espaços onde a questão social explode nos campos dos direitos, no universo da família, do trabalho e do não trabalho, da saúde, da educação, dos idosos, da criança e adolescente, de grupos étnicos que enfrentam a investidura avassaladora do preconceito, da discriminação a indivíduos homossexuais, entre outras formas de violação de direitos. Os assistentes sociais, possuem e desenvolvem atribuições localizadas no âmbito da elaboração, implementação e avaliação de políticas públicas.Trata-se de uma profissão de nível superior, que exige de seus profissionais formação técnica, ética e política, orientando-se por uma Lei de Regulamentação Profissional e um Código de ética. A assistência social, que possui interface com todas as políticas públicas, envolve, em seus processos tático-operativos, diversificadas entidades públicas e privadas, muitas das quais sequer contam com assistentes sociais em seus quadros, mas com profissionais de outras áreas ou redes de apoio voluntárias nacionais e internacionais. Serviço Social, portanto, não é assistência social, embora embarque, a identidade da profissão não é estática.

Mônica Regina Gomes
Assistente Social
CRAS/PAIF
Jacaraú

Aspecto psicológico da velhice

03/05/09 - 07:30

O fenômeno da velhice se caracteriza por mudanças e perdas gradativas das capacidades físicas e psicológicas do ser humano.
A pessoa mais velha, na maioria das vezes, é definida como idosa quando chega aos 60 anos, independentemente de seu estado biológico, psicológico e social. Entretanto, o conceito de idade é multidimensional e não é uma boa medida do desenvolvimento humano. A idade e o processo de envelhecimento possuem outras dimensões e significados que extrapolam as dimensões da idade cronológica.
Idade psicológica pode ser usado em dois sentidos. Um se refere à relação que existe entre a idade cronológica e às capacidades psicológicas, tais como percepção, aprendizagem e memória, as quais prenunciam o potencial de funcionamento do indivíduo. Alguns autores definem a idade psicológica como as habilidades adaptativas dos indivíduos para se adequarem às exigências do meio. As pessoas se adaptam ao meio pelo uso de várias características psicológicas, como aprendizagem, memória, inteligência, controle emocional. Há adultos que possuem tais características psicológicas com graus maiores que outros e, por isso, são considerados "jovens psicologicamente", e outros que possuem tais traços em graus menores e são considerados "velhos psicologicamente".
A prática de esportes, o bem estar biopsicossocial, associado à vida em grupo e boa qualidade de vida, incluindo boa alimentação e cuidados essenciais, são fatores fundamentais para uma vida saudável e melhor adaptação as mudanças que a velhice acarreta.

Jocélia Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga do CRAS de Jacaraú
CRP13/3570






 



 

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