Drª.
Mônica Regina Gomes Assistente Social,
especializada em Programa Saúde da Família-PSF,
formada pela Universidade Federal da Paraíba-UFPB,
em Serviço Social, atuando na prestação de serviço
ao município de Jacaraú-PB.
Drª.
Jocélia Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga, formada pela Universidade federal da
Paraíba, no ano de 2001, tendo por especialização
psicologia clínica com abordagem Psicanalítica,
e também especialista em Psicologia hospitalar
e em saúde da família.
Luto e melancolia: uma explicação apartir da visão psicanalítica
05/03/10 - 07:30
O luto manifesta-se com relação
à perda de um querido ,a perda de uma abstração que
ocupou o lugar de um ente querido,como por exemplo a
liberdade,o País,um objeto amado,dentre outras situações,que
quando ocorre uma perda inesperada por parte do sujeito,pode
transforma-se em luto.Em algumas pessoas,as mesmas influencias
produzem melancolia, em vez de luto ; por conseguinte
acredita-se que o sujeito já possui uma predisposição
patológica a melancolia. Entre luto e melancolia,existe
a mesma sintomalogia,com exceção que no luto,a baixa
auto-estima não existe. O luto não é patológico é algo
momentâneo e que com o passar do tempo os sinais desaparecem
naturalmente. Por um período de tempo, a pessoa se afasta
de suas atitudes normais para com a vida,e é inútil
e desaconselhável qualquer interferência no desenvolvimento
de estado de luto.
Já a melancolia apresenta sintomas distintos do luto,com
um desanimo profundamente penoso,falta de interesse
pelo mundo externo;perda da capacidade de amar;diminuição
da auto-estima,a ponto de encontrar expressão de auto-descriminação,chegando
numa expectativa delirante de punição.
A melancolia também pode significar
a perda de um objeto querido,mas não significa dizer
que este objeto morreu,e sim a perda de um objeto
de amor.Existe uma perda mais de natureza ideal. Apresenta
o ego como desprovido de valor, incapaz de qualquer
realização.
Jocélia
Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga Clínica e Hospitalar(atuando em CRAS)
CRP13/3570
Solidão:estar sozinho,ou
sentir-se sozinho?
10/01/10 - 08:00
Alguma vez você já se sentiu
só? No vocabulário de língua portuguesa a palavra
"significa" solidão: estado de quem se sente
ou está só.
A solidão é um estado interior , um sentimento de
que algo ou alguém está faltando. Uma sensação de
separatividade e desconexão com algo ainda inconsciente.
Nos dias modernos,existem inúmeras pessoas que decidem
morar sozinhas,e são significa dizer que estas pessoas
se sentem sozinhas,desde que elas se sintam bem com
a situação em que vivem.
Entretanto, o que se mostra é
que o sentimento de solidão pode estar presente em
qualquer lugar ou situação. A pessoa pode sentir solidão
durante uma festa com os amigos, no trabalho e até
mesmo dentro de casa com a própria família.
É importante estarmos de bem
com a vida,e de bem consigo mesmo,pois nada se vai
de nossas vidas,totalmente e mesmo os que se vão,permanecem
a lembrança,e que de certa forma,é uma companhia para
quem a sente,e especialmente ter a certeza que Deus
sempre estar presente em nossas vidas;é fiel e nunca
nos deixa sozinhos.
Jocélia Quintiliano da Silva
Souza
Psicóloga Clínica e Hospitalar(atuando em CRAS)
CRP13/3570
O Dia de Natal
16/12/09
- 07:00
Que este dia possa trazer à todos o verdadeiro espírito
natalino, onde Jesus possa renascer sempre com momentos
de fé e de esperança, que todos possam fazer deste
dia todos os dias de suas vidas com paz deixando a
alegria se manifestar em todos os momentos e que o
anjo de anunciação também traga uma estrela de esperança
para seus familiares. São os meus sinceros votos às
famílias beneficiárias do bolsa família e CRAS/PAIF
e todos os Jacarauenses.
Mônica Regina Gomes
ASSISTENTE SOCIAL
CRAS/PAIF
A adolescencia e os
aspectos psicológicos de transição
10/12/09 - 15:00
A Adolescência é uma transformação
bio-psico-social. É, então, um papel social que surge
quase sempre Simultâneo à puberdade.,E seguido de
transformações diversas.
Ao entrar na adolescência o jovem se depara com infinitos
adversários. Estava no mundo protegido, acalorado
e seguro da infância. É preciso sair primeiro do mundo
protegido da infância, e é justamente então que começam
as dificuldades da vida.
A Adolescência, segundo a Organização
Mundial de Saúde, é um período de vida que começa
aos 10 e vai até os 19 anos. Entretanto, a realidade
cada vez mais mostra que o término é adiado, principalmente
na classe média alta, onde é comum encontrarmos jovens
de até 27 ou 28 anos de idade ainda morando com seus
pais, sem sair de casa ou assumindo sua independência
financeira e não sendo capaz de formar um novo núcleo
familiar. Na adolescência Deve Ser Três Condições
pensada em: enquanto desenvolvimento biológico do
indivíduo,; aspectos psicológico, social e cultural.
A crise psíquica , na adolescência , se dar como um
processo de transição entre um mundo infantil e outro
adulto;biológica se dar como mudanças corporais.Estas
mudanças biopsicossoais influenciam como mudanças
transitórias de acordo com o meio sócio cultural em
que o jovem estar inserido.
É importante existir um ambiente
familiar acolhedor,com harmonia,dialógo,para que o
jovem se sinta acolhido e compreendido em uma nova
fase que inica.
Jocélia Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga Clínica e Hospitalar(atuando em CRAS)
CRP13/3570
Cleptomania
05/11/09 - 19:30
A cleptomania é um distúrbio obsessivo compulsivo,
no qual a pessoa furta por impulso. O impulso de furtar
é precedido por grande ansiedade e, posteriormente,
um grande alívio. O cleptomaníaco não comete o roubo
para expressar raiva ou vingança. É um comportamento
inconsciente e está ligado a outras sintomalogias
tais como a depressão e a ansiedade. A Cleptomania
caracteriza-se pela recorrência de impulsos para roubar
objetos que são desnecessários para o uso pessoal
ou sem valor monetário.
A cleptomania não tem idade
certa para iniciar em uma pesssoa,. Normalmente quando
ocorre em crianças e adolescentes, é uma maneira de
chamar a atenção dos pais. Mas isso não quer dizer
que a pessoa sofrerá da doença pelo resto da vida.
Como é um comportamento baseado na compulsividade,
ele pode ser substituído por outras manias, como distúrbios
alimentares ou jogadores compulsivos. O tratamento
é um tanto difícil, pois geralmente quem sofre do
problema nega que o tem. Para a cura não há medicamento;
a cura se dar da seguinte forma: Terapia cognitivo-comportamenta,
que pode aliviar os sintomas; o paciente terá que
aprender a controlar seus impulsos e tentar substituí-los
por outro comportamento não destrutivo.
Jocélia Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga Clínica e Hospitalar(atuando em CRAS)
CRP13/3570
Crianças Superdotadas:
07/10/09 - 07:30
Superdotado trata-se de um sujeito que possui capacidade
mental muito superior a média da população, se destacando
em várias situações por seu alto desempenho mental.
Ao se detectar que uma criança
é superdotada surgem inúmeras dúvidas por parte de
familiares, em como educá-la. Pode-se dizer que a
criança superdotada, deve ser tratada e educada como
qualquer outra pessoa.
O adulto pode valorizar a capacidade
da criança, mas sempre ficar atento para não exagerar,
no sentido de não passar a mensagem de que ela só
será aceita se for cada vez mais ”brilhante”.É importante
que ela entenda que pode ser aceita em função de outras
questões de sua personalidade.Algumas crianças por
aprenderem rápido o que se dar em sala de aula,já
ficam desmotivadas e desinteressadas.O professor pode
ocupar esta criança com atividades extras,mas sempre
tendo o cuidado de mante-la sempre junta a outras
crianças.
Quando a criança Superdotada
passa a se isolar de outras crianças, não interage,passa
a se comportar como um” mini adulto”,não consegue
interagir com outras crianças,é preciso buscar ajuda
profissional.Estes comportamentos podem indicar dificuldades
emocionais relevantes que atrapalham o desenvolvimento.
Jocélia
Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga Clínica e Hospitalar(atuando em CRAS)
CRP13/3570
ACESSIBILIDADE
07/09/09 - 12:20
Há tempos ouvimos falar em promoção e direito de cidadania
à todos os cidadãos independente de condições sociais,
contributivas, gênero, raça ou cor, mas será que esta
prática é efetivada? Considerando que qualquer que
seja a proposta a ser implantada para daí ser implementada,
é necessário começarmos de iniciativas tanto coletivas
quanto individuais, sobretudo esta última, pois costumamos
a não dar muita importância ao problema do nosso vizinho,
afinal vivemos com tantos compromissos no cotidiano
que só observamos nossa própria vida, ou então, apenas
reconhecemos da necessidade da ajuda do outro, quando
nos encontramos mergulhados de situações nas quais
só poderemos resolver com o apoio de outras pessoas.
Cada ser humano é singular e precisa conviver em sociedade,
ofertando seus conhecimentos e suas habilidades para
contribuir com seu próprio aperfeiçoamento e desenvolvimento
do outro, transformando toda esta dinâmica em igualdade
de oportunidade para todos. Uma das principais atribuições
do Programa de Atenção Integral à Família – PAIF,
é a promoção de inclusão social, com intenção de diminuir
a desigualdade social. Dentre as diversas iniciativas
que visam atingir esse objetivo, o PAIF inicia um
trabalho relevante na busca de identificar as barreiras
que impossibilitam à acessibilidade de pessoas com
deficiência na faixa etária de 0 a 18 anos, às escolas
do município de Jacaraú, com propostas futuras de
políticas públicas para este setor. Mas, na íntegra
o que significa ACESSIBILIDADE? Segundo o dicionário,
acessibilidade é a facilidade na aproximação, no trato
ou na obtenção de algo ou de alguma coisa, evidenciando
que a maior proporção de pessoas com deficiência,
se encontram em situações vulneráveis de pobreza e
carentes de recursos mínimos, indispensáveis para
garantir uma boa qualidade de vida. É sabido, que
não existe equidade na atenção para todos, havendo
grupos sociais e etários vulneráveis e/ou excluídos,
por isso precisamos tomar para nós, o compromisso
de elevar a qualidade de vida das pessoas com deficiências
e seus familiares, através de serviços acessíveis
de qualidade em todos os segmentos, seja na saúde,
assistência social, moradia, trabalho e outros.
Mônica Regina Gomes
Assistente Social
CRAS/PAIF
Jacaraú
Mitomania
06/09/09 -08:45
A mitomania trata-se de uma tendência patológica as
vezes voluntária e consciente para a mentira. Normalmente,
as mentiras dos mitomaníacos estão relacionadas a assuntos
específicos, porém podem ser ampliadas e atingir outros
assuntos em casos considerados mais graves . Dizer a
verdade é um sofrimento para quem tem mitomania, doença
definida como uma forma de desequilíbrio psíquico caracterizado
essencialmente por declarações mentirosas, vistas pelos
que sofrem do mal como realidade,e que eles acreditam
ser verídicas as afirmações por eles ditas,e esta crença
os fazem felizes .
A mitomania não deve ser considerada como uma mentira
compulsiva, e sim como uma doença que se não tratada
pode causar transtornos sérios à pessoa que possui.Geralmente
esta doença deve a grande necessidade da pessoa pela
atenção dos parentes e amigos.
O tratamento se dar com múita carinho,atenção por partes
e parentes e amigos,para que o paciente se sinta acolhido
e amado por todos e aceito dentro do contexto social
em que vive.Tambem deve ter acompanhamento psiquiátrico
e psicoterápico. O Tal acompanhamento torna-se a parte
mais importante sendo realizado pelas pessoas que rodeiam
o mitômano e que o mesmo requisitou para ajudá-lo. É
importante nunca negar ao mesmo tal acompanhamento,
sendo este a chave para a cura, até mais importante
que um tratamento psiquiátrico.
Jocélia
Quintiliano da Silva Souza
Psicóloga Clínica e Hospitalar(atuando em CRAS)
CRP13/3570
O Papel do Psicólogo
no CRAS
07/08/09 -08:30
O psicólogo do CRAS pode e deve direcionar o seu trabalho
para a prevenção e terapêutica das situações de sofrimento
oriundas do processo sócio-econômico.
É na tentativa de promover autonomia do sujeito vitimizado,
de desnaturalizar a violação de seus direitos e de propiciar
o desenvolvimento de vínculos interpessoais, que o psicólogo
deve pautar suas ações dentro do CRAS, atuando no campo
simbólico e interpretando com vista o fortalecimento
pessoal. Contribuindo assim, para a inserção social
do sujeito, como nos propõem Os Parâmetros para Atuação
de Assistentes Sociais e Psicólogos (as) na Política
de Assistência Social (2007).
A proposta de atuação do psicólogo
na política de assistência social é proporcionar a
consciência de direitos aos usuários destas políticas,
dando voz e vez a estes, possibilitando a saída da
situação de objeto do assistencialismo,a reais protagonistas
de suas próprias vidas. No trabalho com famílias beneficiárias
do PBF, pôde-se criar uma tomada de consciência e
mudança de postura em relação as condicionalidades
do programa, não mais sendo encaradas como obrigações
para receber o benefício, mas como oportunidades de
proporcionar aos seus filhos caminhos para realizações
de sonhos profissionais e pessoais e de melhoria de
vida. .
O psicólogo pode contribuir com técnicas de resgate
da auto-estima e recriação de projetos de vida no
trabalho com a pessoa idosa, ou seja, estas e outras
várias ações são práticas comprometidas com a transformação
social em direção a uma ética voltada para a emancipação
humana, assim como sugerem, que deve ser o trabalho
do psicólogo no SUAS, os Parâmetros para Atuação de
Assistentes Sociais e Psicólogos na Política da Assistência
Social (2007).
O trabalho do Psicólogo,vai ao sentido de escutar,
formar, informar, transformar e possibilitar ações
que façam dos usuários responsáveis por suas próprias
histórias. Ações que façam com que os sujeitos referenciados
nestes CRAS saiam da ordem da necessidade, da cesta
básica, do remédio doado, da passagem para tentar
a vida em outro lugar, para a ordem da demanda, dos
sonhos, dos anseios, ações que proporcionem aos indivíduos
não terem mais fome; mas sim desejos, e desejos de
mudança da realidade de vulnerabilidade social em
que se encontram quando chegam ao CRAS.
Jocélia Quintiliano da
Silva Souza
Psicóloga Clínica e Hospitalar(atuando em CRAS)
CRP13/3570