DRª. Maria Cristina
Moura R. Onofre Psicóloga, com especialização
em clínica, formada pela UFPB em Bacharelado e
licenciatura Plena. Exerce suas atividades no
município de Pedro Régis como Psicóloga, também
é pesquisadora na fundação Casa de José Américo
em João Pessoa–PB.
29/06/09 - 08:50 Transtornos
da ansiedade II
- Ansiedade Generalizada,
Transtornos Obsessivo Compulsivo, Stress Pós Traumático.
Como analisamos no artigo anterior, os transtornos
são estados afetivos caracterizados por sentimentos
de insegurança.
Falaremos sobre outros tipos de Transtornos de Ansiedade,
como: Ansiedade Generalizada, Transtorno Obsessivo
Compulsivo e Stress Pós Traumático.
A Ansiedade Generalizada, como o nome já se refere,
entende-se a outras partes do corpo programando-se
muitas vezes de forma silenciosa e afetando a vida
das pessoas, prejudicando as relações interpessoais,
grupos de trabalho, etc. Os sintomas da Ansiedade
Generalizada são: expectativa, inquietude, dificuldade
de concentração, irritabilidade, tensão muscular,
atuações do sono. Esses sintomas devem ser clinicamente
significativos, a ponto de prejudicar a vida social
ou profissional do paciente.
O tratamento para a Ansiedade é medicamentoso, a base
são os antidepressivos. A psicoterapia pode ser um
poderoso recurso para ajudar o paciente a identificar
as situações de ansiedade e saber lidar com eles.
No Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) os sintomas
surgem quando as obsessões são idéias e os impulsos
ou imagens penetram na consciência independente da
vontade do indivíduo causando sofrimento. Em geral,
são associados a agressão (medo de ferir ou causar
acidentes), ordem ou conteúdo sexual. Em decorrência
das obsessões o paciente elabora rituais (compulsões)
e se torna dependente delas.
O tratamento é feito com antidepressivos e o controle
do TOC só pode ser obtido por meio de terapia, o cliente
aprende a resistir às compulsões através de técnicas
de comportamento.
Outro transtorno que tem surgido de forma acentuada,
devido aos problemas sociais característicos do mundo
moderno, é denominado Stress Pós Traumático. É desencadeado
quando o paciente passa por uma situação estranha
no ciclo normal da vida, como: seqüestro, violência
sexual, perda de parente de forma violenta, guerra,
catástrofes. Ocorre quando uma situação traumatizante
volta de forma recorrente, gerando crises de ansiedade.
O tratamento é uma combinação entre alguns antidepressivos
e terapia, na qual o paciente aprende a lidar com
os traumas.
Todos os tratamentos requerem do paciente e do terapeuta
disciplina e determinação. FONTE: Ronald Kessier
18/03/09 - 09:30 Transtornos da ansiedade
Síndrome do Pânico/Fobias
Na maioria
dos transtornos psíquicos, a associação entre remédios
e terapias é benéfica, trazendo excelentes resultados.
Entre os tratamentos da ansiedade podemos citar: Síndrome
do Pânico, Fobias, Ansiedade Generalizada, Transtorno
Obsessivo-Compulsivo, Stress Pós-traumático.
A Síndrome do Pânico é uma recorrência de curta duração
que apresenta sintomas físicos como taquicardia, falta
de ar, tonturas e sudorese. Alguns pacientes desenvolvem
também agorafobia, que é o medo de passar mal em lugares
públicos onde não possam ser socorridos.
O tratamento será aplicado através de medicamentos
antidepressivos no controle das crises e a agorafobia
é combatida através da psicoterapia.
As fobias são crises de ansiedade desencadeadas por
situações específicas: andar de avião ou de elevador,
dirigir, ir a lugares altos, interagir com animais,
etc.
A terapia mais indicada é da linha cognitivo-comportamental,
consiste em expor o paciente de forma gradual, às
situações que teme. Medicamentos devem ser ministrados
apenas em casos mais graves, quando a ansiedade traz
efeitos desagradáveis, como diarréia, ou quando a
fobia impede que o paciente realize suas tarefas normais
do dia-a-dia. Fonte: Ronald
Kessier
03/02/09 08:00
Transtornos Mentais
O século
XXI inicia uma nova visão no tratamento dos transtornos
da mente. No momento atual, profissionais de diversas
áreas unem suas forças e se dedicam ao tratamento mais
eficaz no sentido de combater esses transtornos.
Psicólogos e psiquiatras que ao longo do século XXI
pareciam rivais e não chegavam a um consenso no que
se refere ao tratamento dos transtornos, atualmente,
se unem e estudam os fatores biológicos e psicossociais
como igualmente importantes na cura destes.
Outras especialidades passaram a estudar a mente humana
utilizando técnicas de ressonância magnética, geneticistas
mapearam a transmissão dos transtornos mentais por meio
do DNA e biólogos detalharam a química dos neurônios,
resultando no conhecimento profundo da mente humana.
O uso da neuroimagem para fins psiquiátricos é o mais
utilizado nos dias atuais. Alterações cerebrais são
visualizadas em casos de Alzheimer, transtorno obsessivo-compulsivo
e depressão. Observando-se uma diminuição do volume
de determinadas estruturas encefálicas.
Essas evidências, no entanto não são conclusões definitivas
por tratar-se de uma estrutura tão complexa que é a
mente humana.
Segundo o psiquiatra Beny Lafer, “mesmo com todo avanço
na área, não da para mapear o curso dessas doenças no
cérebro porque elas se apresentam de forma diferente
de indivíduo para indivíduo.”
Todas essas técnicas de neuroimagem identificam o funcionamento
do cérebro e não as causas dos transtornos.
Precisamos pesquisar sobre a história do indivíduo na
sua totalidade, integrando a psiquiatria e o estudo
dos fatores psicossociais. Integração é a palavra chave
no estudo dos transtornos mentais. Fonte: Ronald
Kessier. Maria Cristina M.R.Onofre
Psicóloga