Ricardo entrega restauração de estrada que beneficia 270 mil habitantes

O governador Ricardo Coutinho inaugurou, nesta quarta-feira (22), em uma solenidade no município de Sapé, a restauração da PB-004, que tem 40 km de extensão e recebeu aproximadamente R$ 8 milhões de investimento. A obra vai facilitar o trânsito no trecho entre Bayeux, Santa Rita, Cruz do Espírito Santo e Sapé, favorecendo cerca de 270 mil habitantes. A entrega da estrada faz parte de uma série de inaugurações programadas pelo Governo do Estado para os meses de fevereiro e março. A vice-governadora Lígia Feliciano, o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Gervásio Maia, auxiliares do Governo, deputados estaduais e lideranças da região estiveram presentes.
De acordo com Ricardo Coutinho, o Estado já fez, por meio do Programa Caminhos da Paraíba, cerca de 2.150 km de asfalto e até abril não restará nenhuma cidade em isolamento asfáltico no Estado. “As estradas são essenciais para o desenvolvimento de uma região. A Paraíba está ganhando uma malha viária que fica entre as melhores do Brasil. Na minha concepção, para uma cidade se desenvolver tem que ter água e estrada. O acesso asfáltico movimenta a economia e garante a segurança para quem precisa ir e vir para outras cidades. Essa estrada custou R$ 8 milhões e já tínhamos concluído a outra estrada que vai de Sapé a Guarabira, então o Anel do Brejo está bem recuperado. Na verdade, esta é a estrada de número 109 inaugurada neste Governo e ainda tem muito mais”, garantiu o governador.
O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Gervásio Maia, comentou que, mesmo nesse período de crise nacional, o Estado não para de inaugurar obras. “O Governo tem projetado a Paraíba para o desenvolvimento e para as futuras gerações, inaugurando escolas, estradas, adutoras. Então, estamos felizes porque o ritmo da Paraíba é diferente da maioria dos estados do país que se encontra em crise. A Paraíba se destaca nacionalmente e isso nos dá ainda mais orgulho de sermos paraibanos”, pontuou.
“O município de Sapé agora está bem servido de rodovias. A estrada significa desenvolvimento e nossa cidade precisa muito de boas estradas porque é uma grande produtora de produtos agrícolas que são escoados com mais facilidade através do asfalto. A obra ficou excelente”, ressaltou o prefeito de Sapé, Roberto Feliciano.
A PB-004 recebeu serviços de correção de defeitos, recapeamento da pista de rolamento com micro revestimento produzido com asfalto de alta resistência a ação do tráfego, limpeza dos acostamentos e do sistema de drenagem, além de sinalização horizontal e vertical.
O superintendente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Carlos Pereira, explicou que quase 4 mil veículos passam diariamente pela estrada PB-004. “Essa era uma estrada que demandava muitos cuidados porque estava deteriorada, completamente estragada. Então o Governo do Estado fez uma restauração no trecho de Bayeux a Sapé e hoje entregamos a estrada nova para o bom uso da população. É bom ressaltar que a PB-004 é uma das estradas com mais movimento no Estado”, frisou.
O motorista Alberto José mora em Sapé e disse que passa todos os dias pela estrada para levar passageiros para João Pessoa e outras cidades. “Com certeza, a restauração dessa estrada facilitou a minha vida e de todos os moradores da região. É complicado trafegar por uma via cheia de buracos, agora a estrada está nova”, comemorou.
A dona de casa Maria das Neves agradeceu ao governador pela obra e disse que admira o empenho do Governo do Estado em melhorar as condições das estradas. “Sempre vejo o governador dizendo que inaugurou estradas por toda a Paraíba, isso é muito bom, porque as estradas são de grande serventia para o povo. Fico feliz em ver que Sapé também foi beneficiada”, falou.

Com Parlamentopb

Trump determina saída dos EUA de acordo comercial com países do Pacífico

O presidente Donald Trump cancelou hoje (23), por meio de decreto, a participação dos Estados Unidos do Tratado Transpacífico de Comércio Livre (TPP, sigla em inglês), o mais importante acordo internacional assinado pelo ex-presidente Barack Obama, destinado a estabelecer novas bases para as relações comerciais e econômicas de 12 países do Oceano Pacífico, que reduz tarifas e estimula o comércio para impulsionar o crescimento.

Os países signatários são: Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Singapura, Estados Unidos e Vietnã. Com a medida, Trump começa – já no primeiro dia útil de seu mandato, após tomar tomar posse sexta-feira (20) – a reconfigurar o papel dos Estados Unidos na economia global.

Essa é a segunda vez que o novo presidente – ou parlamentares do Partido Republicano – invalida uma herança deixada por Obama. A primeira foi o cancelamento do Obamacare, um programa de saúde aprovado pelo ex-presidente para estender atendimento médico a toda população americana. Esse legado deixado pelo ex-presidente começou a ser desmontado antes mesmo de Trump tomar posse, por iniciativa de congressistas republicanos.

Durante a campanha, o presidente Trump já havia anunciado que iria abandonar formalmente a Parceria Transpacífico, por considerar o acordo ruim para os trabalhadores americanos. A parceria ainda não tinha sido aprovada pelo Congresso americano e agora, com a saída dos Estados Unidos, o acordo praticamente se inviabiliza, já que a parceria tinha como pressuposto o mercado americano. O posicionamento dos Estados Unidos no mercado global vai obrigar os países que têm comércio forte com o mercado americano a reavaliar suas estratégias.

A administração Obama negociou arduamente o pacto comercial do Pacífico durante oito anos. A parceria foi finalmente assinada pelos chefes de estado dos 12 países em 12 de outubro de 2015. Obama, porém, nunca levou a proposta ao Congresso americano, com receio de que o pacto fosse rejeitado. Na época, Obama entendeu que uma derrota no Congresso seria pior do que deixar o acordo estaganado sem aprovação.

(Foto: Reprodução/Foxnews
Clickpb com Agência Brasil

Donald Trump toma posse como novo presidente dos Estados Unidos

Donald John Trump, 70, tomou posse nesta sexta-feira (20) como o 45º presidente dos Estados Unidos, sucedendo Barack Obama com discurso crítico à classe política e no mesmo tom que marcou sua campanha eleitoral.

Ele prestou juramento diante do Capitólio, em Washington, e discursou em seguida. Na presença de três de seus antecessores — um deles republicano — Trump disse que a cerimônia tinha um significado especial porque está transferindo o poder de Washington e o levando de volta ao povo. Por muito tempo, um grupo pequeno na capital dominou as decisões e o poder, e a população não foi beneficiada, afirmou. “O povo vai governar esta nação novamente”, prometeu.

Disse que “o povo vai governar esta nação novamente”

“Juntos, vamos determinar o curso da América e do mundo por muitos, muitos anos que virão”

Prometeu erradicar o terrorismo radical islâmico da face da Terra

Prometeu investimento em infra-estrutura

Prometeu gerar empregos

Disse que nada pode parar a América quando está unida

Disse que os EUA defenderam fronteiras de outros países com seus militares, e não protegeram as suas próprias

Após vencer Hillary Clinton apesar de obter menos votos, graças ao sistema de Colégio eleitoral, ele assume o cargo com uma taxa de popularidade de apenas 40%, a menor de um novo presidente em décadas.

Donald Trump faz juramento e se torna oficialmente presidente dos EUA

Trump disse que as vitórias dos poderosos no passado não foram as vitórias do povo. “Havia pouco para ser celebrado pelas famílias pelo nosso país. Isso tudo muda, começando aqui e agora. Porque este momento é o momento de vocês, pertence a vocês”, discursou.

“O que realmente importa não é que partido controla o governo, mas se o governo é controlado pelo povo”, diz Trump. “Os homens e mulheres esquecidos de nosso país não serão mais esquecidos. Todos estão ouvindo vocês agora”.

O novo presidente afirmou que os EUA defenderam as fronteiras de outros países com seus militares, e se recusou a proteger as suas próprias, além de terem gasto bilhões de dólares no exterior, enquanto havia muitos problemas internos.

Voltou também a falar sobre as fábricas que fecharam no país, sem pensar nos milhões de trabalhadores americanos que foram deixados para trás.

Em partes da fala, o novo presidente assumia um tom de campanha, dizendo que gerará empregos, construirá estradas e viadutos. “Quando a América está unida, nada pode pará-la!”, defendeu. Para encerrar, Trump repetiu o slogan de sua campanha, “Make America great again” (“tornar a América grande novamente”). Trump foi eleito em 8 de novembro de 2016, quando conquistou a maioria do colégio eleitoral, embora sua adversária, a democrata Hillary Clinton, tenha tido mais votos populares. O resultado final contrariou pesquisas, surpreendeu analistas e a imprensa norte-americana, que até o começo da apuração dava como praticamente certa a vitória de Hillary.

“Estou aqui hoje para honrar nossas democracia e nossos valores duradouros. Nunca deixarei de acreditar no nosso país e seu futuro”, disse Hillary por meio do Twitter. Polêmico Com um discurso direto e muitas vezes agressivo, Trump foi um dos mais polêmicos candidatos à Casa Branca e se envolveu em discussões com diversos grupos e indivíduos ao longo de quase um ano de campanha. Ainda assim, derrotou outros 14 pré-candidatos de seu partido na disputa pela vaga para concorrer à presidência.

Votado por 47,01% dos eleitores, Donald Trump terá que encarar a divisão – e uma enorme desconfiança – da população desde o início de seu mandato. Segundo levantamento da CNN, ele assume o cargo com uma taxa de popularidade de apenas 40%, menos do que a metade da de seu antecessor, Barack Obama, que se tornou presidente com um índice de 84%. Além disso, ele também é menos popular do que George W. Bush e Bill Clinton, segundo a mesma pesquisa.

Seguindo o tom da época de campanha, Trump desdenhou desses números dias antes da posse, expressando-se através de seu perfil no Twitter: “As mesmas pessoas que fizeram as falsas pesquisas eleitorais, e estavam tão erradas, estão agora fazendo pesquisas de taxa de aprovação. Eles estão sendo parciais como antes”, reclamou.

Dia de posse Ainda antes de tomar posse, Trump começou a sexta-feira participando de uma cerimônia religiosa em uma igreja em frente à Casa Branca. Depois foi com sua esposa, Melania, para se reunir com Barack e Michelle Obama na Casa Branca antes de todos partirem ao Capitólio para a cerimônia de posse do magnata.

Os dois casais se dirigiram ao tradicional chá com seus vice-presidentes e líderes do Congresso. Antes disso, um presente da nova primeira-dama gerou comoção. Após um abraço, Melania presenteou Michelle com uma grande caixa da joalheria Tiffany’s.

Sob os olhares de todos, Michelle pareceu perplexa, sem saber onde colocar o presente surpresa, enquanto os quatro posavam para uma fotografia. Nenhum dos fuzileiros que estavam de pé ao lado deles foi autorizado pelo protocolo a quebrar sua saudação para segurar a caixa, e o problema só foi resolvido quando Obama entrou na Casa Branca para deixar o misterioso presente.

Protestos Enquanto tudo ocorria dentro do previsto na formalidade de posse, manifestantes vestidos de preto quebraram vidros de lojas e janelas de carros durante uma marcha de protesto contra a posse de Trump, em Washington. Uma filial da rede Starbucks, uma do McCafe e uma agência do Bank of America foram vandalizadas alvo dos manifestantes, segundo testemunhas. Houve correria e a polícia utilizou spray de pimenta para dispersar o grupo.

PB Agora com G1
foto: Reprodução/G1

Explosão de bombas mata 25 e fere mais de 50 em mercado em Bagdá

A explosão de duas bombas em um movimentado mercado no centro de Bagdá matou 25 pessoas e feriu mais de 50 neste sábado (31), segundo a polícia e os médicos.

A polícia diz que as explosões ocorreram perto de lojas de peças de carros em Sinak. Uma foi provocada por um homem-bomba e a outra era um explosivo plantado, afirmou um funcionário do Ministério do Interior iraquiano à agência de notícias Reuters.

Não houve reivindicação imediata pelos ataques, mas o Estado islâmico regularmente atinge civis na capital iraquiana.

O grupo terrorista perdeu recentemente grande parte de seu território no norte e no oeste do país, área que capturou e controlava desde 2014, e agora resiste a uma ofensiva do Exército iraquiano na cidade de Mosul, a última fortaleza do Estado Islâmico no país.

Clickpb com G1

Guerra “terminou”, diz presidente da Colômbia ao receber Nobel da Paz

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, afirmou hoje (10), na cerimônia em que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, em Oslo, na Noruega, que a guerra em seu país “terminou”.

“Após seis anos de intensas e difíceis negociações, posso anunciar ao mundo com profunda humildade que o povo da Colômbia está fazendo o possível e o impossível. A guerra que causou tanto sofrimento e angústia a nossa população terminou”, disse Santos após receber o prêmio de 8 milhões de coroas suecas (R$ 2,9 milhões).

Ele doará o prêmio às vítimas do conflito, que em cinco décadas deixou 220 mil mortos e forçaram mais de 6 milhões de pessoas a fugir, segundo os dados oficiais. Sete vítimas da guerra estiveram presentes na cerimônia, entre elas a ex-candidata à presidência Ingrid Bittencourt, que foi sequestrada e ficou seis anos sob poder de guerrilheiros.

Santos recebeu o Prêmio Nobel ainda que um primeiro acordo de paz entre seu governo e as Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc) tenha sido rejeitado pelo povo colombiano em um referendo realizado no início de outubro.

Um novo acordo para encerrar o conflito, assinado entre o governo colombiano e as Farc, foi ratificado no início deste mês pelo Parlamento colombiano, e Santos anunciou que o novo texto não será submetido a consulta popular.

Nenhum representante das Farc compareceu à cerimônia do Prêmio Nobel da Paz, sob a alegação de impedimentos legais. À época do anúncio de Santos como vencedor, o líder do movimento guerrilheiro, Timoléon Jiménez, cumprimentou o presidente colombiano por seus esforços de paz.

Foto:EPA/Olivier Douliery/ Agência Lusa
Agência Brasil Com informações das Agências Telam e France Presse

ONU: falta de água e de tratamento de esgoto afeta principalmente mulheres

Direito humano fundamental, o acesso à água segura e ao esgotamento sanitário não estão disponíveis da mesma forma para homens, mulheres e outras identidades de gênero, mostra relatório da Organização das Nações Unidas (ONU). O estudo foi coordenado pelo pesquisador brasileiro Léo Heller, que é relator especial sobre o direito humano à água potável segura e ao esgotamento sanitário da instituição. Heller, que também coordena o Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas e Saneamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), contou que  verificou que em quase todas as localidades onde há falta ou má distribuição de serviços de saneamento são as mulheres que coletam água para manter a higiene do lar.

“A situação mais usual é que quando não há água nas proximidades da residência, as mulheres e meninas são, na maioria das vezes, encarregadas de buscá-la em algum lugar, o que demanda tempo elevado. Em um país que visitei, o Tadjiquistão, um estudo mostra que as mulheres demoram de quatro a seis horas por dia para fazer iss”, acrescentou, ressaltando que essa situação reforça a dependência econômica delas dos maridos, já que não são remuneradas por esse tempo. O longo percurso também apresenta riscos a essas mulheres de sofrerem ataques de animais selvagens e violência sexual, sobretudo no local onde lavam a roupa e tomam banho.

O risco da violência sexual e o estresse também se apresentam em situações em que as mulheres não têm acesso a banheiros e precisam fazer suas necessidades básicas a céu aberto, o que as deixa vulneráveis. Algumas mulheres e meninas relataram ter sofrido abordagens grosseiras, lançamento de pedras, esfaqueamento e estupro enquanto procuravam por locais para as necessidades básicas.

De acordo com o relatório, essa falta prejudica a vida de muitas mulheres, que muitas vezes preferem não sair de casa por não ter privacidade para a higiene íntima, especialmente no período menstrual.

O problema também afeta a saúde de muitas que seguram a urina por longos períodos de tempo e deixam de ingerir líquidos, aumentando o risco de infecções de bexiga e rins. O Brasil não é exceção e os casos mais comuns são vistos nas zonas rurais, onde o problema da seca é uma constante.

Transgêneros

A inadequação dos espaços públicos atinge ainda as mulheres trans que ficam expostas a agressões morais e físicas ao usar instalações sanitárias separadas pelo sexo biológico. Estudos feitos na Índia revelam que os transexuais enfrentam dificuldades em encontrar casas para alugar, sendo forçados a viver em favelas e áreas remotas, com sérios problemas de esgoto e distribuição de água.

Outro grupo atingido é a população em situação de rua. Em Belo Horizonte (MG), um estudo coordenado por Heller mostra que os albergues e as unidades de acolhimento não são em número suficiente para a quantidade de pessoas sem moradia. Embora a maior parte desse público seja composta por homens, são as mulheres que mais sofrem com a falta de privacidade.

Recomendações

O pesquisador ressaltou que o estudo é importante para orientar políticas públicas voltadas para serviços de água e esgoto. “Às vezes, a legislação e as políticas públicas, quando são neutras em relação à questão de gênero, acabam favorecendo os homens. Nesse caso, por exemplo, se fazem necessárias ações afirmativas para mulheres”.

Uma das recomendações do relatório é que essas políticas incluam mulheres e grupos marginalizados na tomada de decisões de todas as fases do planejamento e políticas e leis de saneamento, monitoramento e avaliação.

O estudo sugere ainda que os governos criem um sistema de indicadores de gênero para melhorar a coleta de dados desagregados por sexo e outros fatores relevantes, que são necessários para avaliar o impacto e a efetividade das políticas que visam à igualdade de gênero e ao fortalecimento da fruição dos direitos das mulheres à água e ao esgotamento sanitário.

Agência Brasil

Donald Trump diz que Estados Unidos devem sair da Parceria Transpacífico

O presidente eleito norte-americano Donald Trump, disse – em um vídeo divulgado na noite dessa segunda-feira (21) – que anunciará a retirada dos Estados Unidos da Parceria Transpacífico logo depois que tomar posse, em 20 de janeiro de 2017. A Parceria Transpacífico é um acordo de livre comércio assinado em 5 de outubro de 2015, envolvendo 12 países banhados pelo Oceano Pacífico, e constitui a principal aposta do presidente Barack Obama para o desenvolvimento do comércio internacional.

Trump disse ainda que a saída dos Estados Unidos da Parceria Transpacífico vai se dar por meio de uma notificação aos países participantes do acordo. Além disso, informou que vai eliminar as atuais restrições à produção de energia, incluindo a produção de gás de xisto. Essas restrições se referem a controle ambiental. Durante a campanha deste ano, ele afirmou que as restrições aumentam a regulação existente no país, trazendo sérios prejuízos à economia norte-americana.

Outra medida anunciada por Donald Trump é proteger a infraestrutura dos Estados Unidos de ciberataques e outras formas de ataque. No que se refere aos imigrantes, ele disse que vai orientar o Departamento do Trabalho para investigar “os abusos dos programas de vistos que prejudicam o trabalhador americano”. No que se refere à ética de funcionários no governo, afirmou que vai impor  uma proibição de cinco anos para que os funcionários executivos se tornem lobistas.

Empregos

No vídeo, divulgado pelo YouTube, Donald Trump falou sobre a importância das medidas que anunciará no primeiro dia de seu governo: “Quer se trate de produzir aço, construir carros ou curar doenças, quero que a próxima geração de produção e inovação aconteça aqui, na nossa grande pátria: a América – criando riqueza e empregos para os trabalhadores americanos”.

O vídeo é uma das poucas oportunidades que o público norte-americano tem de ouvir Trump diretamente. Desde que foi eleito há duas semanas, Donald Trump tem evitado falar com os jornalistas. Em vez disso, ele tem usado as redes sociais. Houve apenas três situações em que ele falou à imprensa: a primeira, assim que recebeu um telefonema de Hillary Clinton, na madrugada de 9 de novembro, dando parabéns pela vitória eleitoral; a segunda, uma entrevista ao The Wall Street Journal e a última, uma entrevista ao programa “60 Minutes “, da CBS News.

Ap Photo/Sputnik/Greg Allen
Agência Brasil