Vaticano anuncia Dom Manoel Delson como novo arcebispo da Paraíba e cargo na diocese de CG fica vacante

Na manhã desta quarta-feira (08), o Vaticano anunciou o nome do novo arcebispo da Paraíba. Trata-se de Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, de Campina Grande.

Quem estava no comando a Arquidiocese desde a renúncia de Dom Aldo de Cillo Pagotto era Dom Genival Saraiva de França, que revelou que recebeu a notícia da nomeção do novo arcebispo ainda no dia 20 de fevereiro.

A posse canônica de Dom Manoel Delson, como 7º Arcebispo Metropolitano, está marcada para o dia 20 de maio.

Sobre Dom Manoel Delson

O novo arcebispo da Paraíba é natural da cidade de Biritinga, no estado da Bahia, e nasceu no dia 10 de julho de 1954. Ingressou na vida Franciscana ainda muito jovem, na adolescência. Frequentou a escola do Convento de Feira de Santana onde, mais tarde, iniciou os estudos em preparação para a vida religiosa. Estudou Filosofia e o início da Teologia no Seminário São Francisco de Assis em Nova Veneza (SP) e concluiu os estudos teológicos no Instituto de Teologia da Universidade Católica de Salvador (BA).

Ele ainda é mestre em Ciência da Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Salesiana de Roma e graduado em Letras pela Universidade Católica de Salvador.

Seu ordenamento ocorreu no dia 5 de julho de 1980 na Arquidiocese de Feira de Santana (BA) e em 24 de setembro de 2006, recebeu sua ordenação episcopal. Em 2012 foi nomeado bispo de Campina Grande.

Seu lema episcopal é “Ide aos meus irmãos” (Jo 20,17).

Na diocese de Campina Grande, Manoel Delson, criou 4 Vicariatos. O Vicariato é uma estrutura diocesana que tem a finalidade de facilitar o trabalho e o acompanhamento pastoral, descentralizando as atividades do bispo.

Com a transferência de dom Delson, o cargo de bispo na diocese de Campina Grande fica vacante, até que o Papa nomeie um novo bispo.

PB Agora

Contribuintes podem doar até 6% do IR ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente

Com o prazo para declaração do Imposto de Renda (IR) em aberto, os contribuintes que quiserem colaborar com os projetos sociais desenvolvidos pelo Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA) de João Pessoa, que é gerenciado pela Prefeitura da Capital, podem doar um percentual do que será pago à Receita Federal.

Os recursos recebidos pelo FMDCA são repassados às entidades que desenvolvem projetos na Capital, voltadas para crianças e adolescentes, nas áreas de saúde, educação, cultura, lazer e profissionalização. Todos os projetos são avaliados e monitorados pelo Fundo, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes).

Os interessados em colaborar, sejam pessoa física ou jurídica, terão o valor doado deduzido na Declaração do Imposto de Renda. No caso da Pessoa Física, a doação pode ser de até 6% sobre o valor devido à Receita Federal. Já no caso de Pessoa Jurídica, o repasse pode ser de até 1% (dos lucros reais).

Para fazer a doação, os contribuintes devem procurar qualquer agência do Banco do Brasil e fazer o depósito no valor desejado. Com o comprovante da transação, é necessário se dirigir até a Sedes, no Centro Administrativo Municipal, em Água Fria, e apresentar o documento no setor do FMDCA, para que seja emitido o recibo que comprove a doação e o valor seja incluído na declaração do IR do contribuinte.

“Esta é uma campanha que visa garantir, acima de tudo a continuidade do fortalecimento da política da criança e do adolescente em nossa cidade, através dos trabalhos que são financiados pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. A Prefeitura Municipal de João Pessoa está junto ao CMDCA nessa campanha”, destacou o secretário adjunto da Sedes, Vitor Cavalcante.

Dados bancários para doações – Banco do Brasil. Agência 1618-7. Conta Corrente: 12.872-4 (em nome da PMJP – Defesa da Criança e Adolescente)

Principal doadora – A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes) é a responsável por gerenciar as ações do FMDCA da Capital e a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) é a que mais disponibiliza recursos à entidade. Somente no ano passado, a Prefeitura doou R$ 500 mil. Já no período de 2013 até 2016, os recursos direcionados ao Fundo somaram R$ 1,494 milhão.

Além da PMJP, as ações sociais desenvolvidas pelo FMDCA na Capital são financiadas graças à doações de pessoas físicas e jurídicas, inclusive com a iniciativa de muitos contribuintes que fazem a contribuição financeira através do Imposto de Renda. Ao todo, são mais de 3 mil pessoas, entre crianças e adolescentes, atendidos pelos projetos do FMDCA, além de 20 instituições beneficiadas somente no ano passado.

Informações sobre doações e os projetos do FMDCA podem ser obtidas através dos números 3218-9234 ou 3218-9845.

PB Agora

Empresa em João Pessoa oferece mais de 1 mil vagas de emprego

A empresa Contax, que tem sede em São Paulo e unidade em João Pessoa, está com mais de mil vagas abertas para seleção no cargo de operador de atendimento. Para João Pessoa, as vagas são para portadores de deficiência e incluem benefícios, como assistência médica e odontológica; auxílio creche; seguro de vida em grupo; vale refeição e vale transporte; e desconto em faculdades e escolas de idioma.

Para se candidatar, os interessados precisam ser maiores de 18 anos, ter ensino médio completo e conhecimentos básicos de informática. Não é exigida experiência no setor.

As inscrições devem ser feitas nos site www.contax.com.br/trabalhecono… ou pelo Facebook, clicando aqui. A seleção é feita nas terças e quintas-feiras, sem prazo determinado, das 9h às 14h na sede da empresa, que fica na Avenida Hilton Souto Maior, sem número, no bairro de Mangabeira, Zona Sul da Capital.

Foto: Divulgação
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Baía da Traição começa a cobrar taxa de acesso de vans e ônibus de turismo

A Prefeitura Municipal de Baía da Traição iniciou nesta sexta-feira (24), a cobrança de uma taxa de acesso para vans, ônibus, trailers e similares. A gestão municipal disse que a taxa, que será cobrada apenas nos fins de semana e feriados, é legal e vai ajudar na organização e manutenção da cidade.

Para vans, trailers e similiares será cobrado R$ 60. Micro-ônibus pagarão R$ 100 e ônibus maiores, R$ 150. O pagamento dá direito ao acesso, circulação e estacionamento..

A medida tem causado polêmica entre moradores e comerciantes locais, que acreditam que a taxa afastará os turistas e causará prejuízos à economia local.

Foto: Divulgação / O Nordeste
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15 regiões de seis cidades paraibanas sofrerão corte de energia nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira, 15 localidades em seis cidades sofrerão com corte de energia elétrica no estado da Paraíba. A Energisa, responsável pelo fornecimento de energia no Estado, não informou sobre os motivos que levaram a empresa a adotar esta medida.

Confira em detalhes os próximos desligamentos programados em Campina Grande e João Pessoa, de acordo com o site da Energisa:

Curral de Cima

Corte das 9h30 às 14h10
Ruas afetadas: SIT OITEIRO

Mamanguape

Corte das 8h às 13h10
Ruas afetadas: LOC DIST DE CAMARATUBA, RUA PRINCIPAL, RUA PROJETADA, SIT CAMARATUBA, SIT VIRTUOSA

Manaíra

Corte das 9h30 às 11h10
Ruas afetadas: SIT CAROA

Picuí

Corte das 8h às 11h40
Ruas afetadas: SIT MATO GROSSO

Remígio

Corte das 8h às 11h40
Ruas afetadas: ROD BR 104, RUA PARAIBA, RUA SANTO ANTONIO, SIT LAGOA DO MATO

São João do Rio do Peixe

Corte das 10h às 12h10
Ruas afetadas: SIT BARRA

Foto: Walla Santos
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Lei que disciplina segurança em agências bancárias na Paraíba é sancionada

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), sancionou uma lei que cria uma série de regras de segurança para as agências bancárias do estado. A publicação foi feita no Diário Oficial deste sábado (18) e entre as normas está a obrigatoridade de ter vigilantes armados em todas as agências bancárias do estado. A lei concede um prazo de até 90 dias para os bancos se adequarem as normas.

O texto da lei é de autoria do deputado Assis Quintans (DEM). Ela regula ainda, sobre as disposições para recolhimento e entrega de valores, feitos pelas empresas de transporte. As agências terão a obrigatoriedade a disponibilizar um local isolado e apropriado para que os carros fortes possam realizar essas ações. E também obriga que os bancos a informarem, previamente, à Polícia Militar sobre os horários que os veículos chegarão ao banco.

As agências bancárias da Paraíba devem ter porta eletrônica de segurança, com detector de metais, antes das salas de autoatendimento e em todos os acessos destinados ao público. Os bancos também ficam obrigados a instalar armários para guardar objetos dos clientes e um sistema de alarme capaz de permitir comunicação entre o estabelecimento financeiro e outro da mesma instituição, empresa de vigilância ou órgão policial mais próximo.

Além das obrigações com as agências, a lei também determina que os bancos devem fazer a segurança de terminais de autoatendimento que funcionem em outros locais, colocando vigilantes armados nesses pontos. As exceções nesse caso são os postos instalados dentro de empresas que possuem sistema próprio de segurança.

Os bancos que descumprirem as normas da lei sofrerão penalidade que podem ser advertências, multas, suspensão temporária ou até mesmo interdição total da instituição.

Foto: Walla Santos
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Professora diz que os pais têm deixado à tarefa de educar para as escolas

Marilane Gomes Pedrosa é proprietária e professora e presta serviço na área de reforço escolar da capital paraibana. Ela afirma que, cada vez mais, os familiares têm deixado de exigir o esforço dos filhos em ambientes escolares. Por outro lado, cobram bons resultados a partir do momento em que os pequenos sentem dificuldades, colocando-os no reforço. “O ensino regular é obrigatório, então a cobrança deveria partir na escola para garantir boas notas desde o começo, mas não é isso que vem acontecendo”, esclarece.

A professora relata que a grande maioria dos alunos que chegam até o seu reforço, são jovens com potencial, mas que têm muita dificuldade de concentração, ou que não possuem alguém que possa acompanhar diretamente nas atividades escolares. Ela também afirma que a grande maioria dos familiares fazem um bom trabalho de comunicação para saber como os filhos estão no reforço, mas que outros, por motivos diversos, não têm a mesma atitude. “Esse diálogo escola, família e reforço é super importante”, explica.

Marilane costuma fazer um esforço para conscientizar e deixar os pais mais próximos da vida escolar dos filhos. “Sempre digo que: educar não significa apenas ensinar bons modos. Educar significa preparar para o conhecimento e isso tem sido deixado a cargo da escola, mas ela por si só não é suficiente. É preciso exigir mais”, afirma com convicção. Sobre a realidade do seu reforço, ela confessa que a maioria dos familiares a procuram apenas no final do ano, quando os filhos encontram- se com médias muito baixas. “Em 90% dos casos, nós conseguimos salvá-los da reprovação, mas há vezes em que é praticamente impossível e o aluno acaba tendo que repetir o ano”, afirma. O conselho da professora é que os pais observem, desde o início, onde os filhos possuem mais dificuldade e que os coloquem nos reforços ainda no primeiro semestre, porque assim será fácil de suprir a carência deles nessas disciplinas onde as notas não são boas.

PB Agora